6 de mai. de 2013
O que essa escova de dente tem de tão especial?
" A Curaprox é a primeira empresa com produtos certificados pela Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas (ABCD)
Qual é a principal característica que diferencia a Curaprox das demais marcas?
A Curaprox é uma empresa genuinamente Suíça que produz uma linha de dispositivos profissionais para a desorganização da placa bacteriana ou biofilme oral. Todos os produtos Curaprox são produzidos com tecnologia de ponta e são sinônimos de qualidade e sofisticação. As escovas Curaprox 5460 Sensitive são o carro chefe da empresa. Elas possuem 36 diferentes combinações de cores e são consideradas as melhores escovas dentais pela grande maioria da comunidade científica, cirurgiões-dentistas clínicos e usuários.
Por que o cirurgião-dentista deve indicar o uso da escova interdental aos pacientes?
Na região localizada entre os dentes temos uma área côncava e não plana. O fio ou fita dental são excelentes auxiliares para a remoção de detritos e restos alimentares, porém, eles não conseguem alcançar toda a extensão das superfícies proximais, justamente pela conformação anatômica desta área. As escovas interdentais Curaprox Prime foram idealizadas para uma perfeita adaptação e desorganização do biofilme oral da região interproximal. Elas possuem um diâmetro de acesso (diâmetro de fio) e efetividade (diâmetro das cerdas) baseados em estudos tomográficos que determinaram com precisão o tamanho ideal necessário para uma higiene perfeita.
A linha Prime é composta por escovas interdentais para aqueles que exigem o melhor para os seus pacientes. Um dos grandes benefícios das escovas interdentais Prime é a prevenção das cáries e a eliminação dos processos inflamatórios como as gengivites e periodontites.
Hoje em dia indico para todos os pacientes de forma rotineira independentemente da especialidade que estou executando. Esta é sem dúvida a melhor maneira de promover a prevenção das doenças orais de uma forma séria e segura.
Quais os benefícios das escovas Curaprox para as crianças?
As principais características das escovas Curaprox são a eficiência, atraumaticidade e aceitabilidade. As escovas são eficientes devido a sua grande quantidade de cerdas (mais de cinco mil cerdas); são atraumáticas pela presença de cerdas do tipo ultramacias; e são muito aceitas justamente por não agredirem as gengivas e não provocarem abrasão do esmalte dental no longo prazo. Por serem as escovas mais macias do mercado, junto às crianças, que possuem gengivas mais finas e delicadas, elas são escovas de muito fácil aceitação.
Para crianças até seis anos de idade indico a escova Curakid, que possui cabeça pequena trapezoidal, cores vivas e uma base que adere no espelho do banheiro e/ou para sozinha em pé. Entre sete e doze anos de idade a Curaprox Young possui cabeça arredondada e superfície com grip antiderrapante sendo uma excelente opção. A partir dos doze anos a escova ATA (Atraumatic Total Access) é excelente.Para quem utiliza aparelho ortodôntico indico as escovas Curaprox Ortho e para os adultos a escova Curaprox 5460 seguramente é a melhor opção. Para áreas de implantes e pós-cirurgias indico a Curaprox Surgical. Estas escovas tornam a escovação um verdadeiro prazer, porém, um prazer com responsabilidade, pois, são escovas 100% efetivas!
O que é a tecnologia CUREN?
As cerdas das escovas Curaprox são produzidas com um tipo especial de fibra patenteada, denominada de Curen®. É um tipo de fibra muito fina, diferente do Nylon, que pode riscar o esmalte dental e provocar retração gengival. A espessura pode variar entre 60 micrometros para a escova pós-cirúrgica e 100 micrometros para a escova Curaprox 5460. É um diâmetro semelhante ao de um fio de cabelo que possibilitam uma maciez incomparável. Antigamente as escovas dentais eram divididas em macias, médias e duras. Hoje em dia temos escovas supermacias, extramacias e ultramacias. As escovas Curaprox estão na ponta da pirâmide e são produzidas com cerdas do tipo ultramacias."
Link para saber mais sobre a fonte
http://www.ident.com.br/DentalCremer/artigo/19927-qual-o-segredo-das-escovas-curaprox?
7 de abr. de 2013
O TRATAMENTO DO PACIENTE CLASSE II
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| Rosto do paciente Classe II, podendo ser por deficiência de mandíbula ou protrusão da maxila |
Devido à alta prevalência da má oclusão de Classe II, os ortodontistas devem ter pleno controle das diversas condutas de tratamento ao tratar esta má oclusão e muita propriedade ao fazer o Diagnóstico.
Para MCNAMARA (1981) a má oclusão deClasse II não representa uma entidade clínica única e sim o resultado decombinações de componentes dentários e esqueléticos.
As características dos indivíduos Padrão II guardam correlação com as duas variáveis que podem determinar o prognóstico:
A protrusão maxilar e a deficiência mandibular, sendo esta mais frequente!
A protrusão maxilar e a deficiência mandibular, sendo esta mais frequente!
O tratamento ortodôntico de muitas más oclusões de Classe II por deficiência mandibular pode se dar por meio de abordagens tanto cirúrgicas quanto de camuflagem.
Esta segunda alternativa de tratamento é mais comum que a primeira porque muitos pacientes se apresentam para tratamento no período final da dentadura mista, ou seja,em uma idade em que alterações ortopédicas
podem corrigir a má oclusão.
Além disso, os responsáveis usualmente tendem a escolher um tratamento menos invasivo, o que em muitos casos gera instabilidade e insatisfação com a estética da face.
Ainda que o problema original seja uma micrognatia mandibular, o mecanismo de ação da camuflagem está relacionado a alterações ortopédicas na maxila, independente do tipo de aparelho utilizado.
Mesmo os aparelhos funcionais não são capazes de induzir alterações ortopédicas mandibulares importantes, como demonstram revisões sistemáticas que não sustentam a teoria segundo a qual esses aparelhos são capazes de induzir o crescimento
Mesmo os aparelhos funcionais não são capazes de induzir alterações ortopédicas mandibulares importantes, como demonstram revisões sistemáticas que não sustentam a teoria segundo a qual esses aparelhos são capazes de induzir o crescimento
mandibular
Bisfosfonatos e tratamento ortodôntico
Bisfosfonatos e tratamento ortodôntico
Alberto Consolaro* e Maria Fernanda M-O Consolaro**
As características do sucesso de um tratamento ortodôntico, quase sempre, passam por estes critérios:
(1) res- tabelecimento funcional,
(2) obtenção da harmonia estética desejada pelo paciente,
(3) mínimo dano estrutural,
(4) ausência de sintomatologia e desconforto,
(5) movimentação rápida,
(6) duração breve do tratamento,
(7) estabilidade de resultados.
Nem sempre se consegue obter a plenitude destes critérios, pois às vezes não é possível compatibilizar a biologia, a técnica e a expectativa do paciente e do profissional.
Dentro do critério referente ao mínimo dano tecidual, enquadram-se as reabsorções radiculares que são previsíveis, controláveis e de bom prognóstico, mas nem sempre são evitáveis.
Quando se faz a previsão de reabsorções radiculares durante o planejamento do tratamento ortodôntico, para se atingir determinado objetivo estético e funcional, e as mesmas ocorrem, não estaremos frente a uma iatrogenia, mas sim diante de um custo biológico, um dano estrutural calculado, a partir de um risco assumido pelo profissional, com a concordância do paciente.
Quando o sucesso pleno de um tratamento não é atingido, procura-se buscar as razões para o fato.
Quase sempre não se resgata entre as possíveis causas:
1) a qualidade do exame clínico, incluindo a anamnese realizada,
2) a adequação e utilização dos exames complementares, incluindo radiografias periapicais,
3) a compatibilidade da técnica com a biologia do pa- ciente, incluindo morfologia óssea e radicular con-
sideradas no planejamento,
4) assim como não se usa rever as questões mecânicas e decorrentes reflexões sobre as mesmas, e
5) a qualidade do material utilizado durante o trata- mento. Se ocorreram reabsorções radiculares exa- geradas e comprometedoras, a comodidade é maior se as atribuirmos aos aspectos não-palpáveis e in- compreensíveis, como “suscetibilidade genética”, “predisposição individual”, “fatores sistêmicos” e
“aspectos familiares” etc.
O conhecimento atual sobre as reabsorções radiculares, no que concerne a sua etiopatogenia, restringe-a aos fatores locais e no campo da Odontologia, inclusive as relacionadas ao tratamento ortodôntico. Isto representa um fato enriquecedor, pois permite que atuemos sobre elas por completo - em sua prevenção, diagnóstico e terapêutica.
Historicamente, muitas aulas, tratados, teses e monografias foram realizados com uma conotação amedrontadora e limitadora do tratamento ortodôntico, pelo fato de estar associado, em alguns casos, com as reabsorções radiculares. Elas são previsíveis, controláveis e apenas levam à perda dentária, excepcionalmente, em poucos ou raros casos, geralmente relacionados à negligência ou imperícia de algumas das partes envolvidas, como o paciente e o profissional.
Para se chegar ao estado atual de aceitação e conhecimento sobre as reabsorções radiculares em Ortodon-
Alberto Consolaro* e Maria Fernanda M-O Consolaro**
As características do sucesso de um tratamento ortodôntico, quase sempre, passam por estes critérios:
(1) res- tabelecimento funcional,
(2) obtenção da harmonia estética desejada pelo paciente,
(3) mínimo dano estrutural,
(4) ausência de sintomatologia e desconforto,
(5) movimentação rápida,
(6) duração breve do tratamento,
(7) estabilidade de resultados.
Nem sempre se consegue obter a plenitude destes critérios, pois às vezes não é possível compatibilizar a biologia, a técnica e a expectativa do paciente e do profissional.
Dentro do critério referente ao mínimo dano tecidual, enquadram-se as reabsorções radiculares que são previsíveis, controláveis e de bom prognóstico, mas nem sempre são evitáveis.
Quando se faz a previsão de reabsorções radiculares durante o planejamento do tratamento ortodôntico, para se atingir determinado objetivo estético e funcional, e as mesmas ocorrem, não estaremos frente a uma iatrogenia, mas sim diante de um custo biológico, um dano estrutural calculado, a partir de um risco assumido pelo profissional, com a concordância do paciente.
Quando o sucesso pleno de um tratamento não é atingido, procura-se buscar as razões para o fato.
Quase sempre não se resgata entre as possíveis causas:
1) a qualidade do exame clínico, incluindo a anamnese realizada,
2) a adequação e utilização dos exames complementares, incluindo radiografias periapicais,
3) a compatibilidade da técnica com a biologia do pa- ciente, incluindo morfologia óssea e radicular con-
sideradas no planejamento,
4) assim como não se usa rever as questões mecânicas e decorrentes reflexões sobre as mesmas, e
5) a qualidade do material utilizado durante o trata- mento. Se ocorreram reabsorções radiculares exa- geradas e comprometedoras, a comodidade é maior se as atribuirmos aos aspectos não-palpáveis e in- compreensíveis, como “suscetibilidade genética”, “predisposição individual”, “fatores sistêmicos” e
“aspectos familiares” etc.
O conhecimento atual sobre as reabsorções radiculares, no que concerne a sua etiopatogenia, restringe-a aos fatores locais e no campo da Odontologia, inclusive as relacionadas ao tratamento ortodôntico. Isto representa um fato enriquecedor, pois permite que atuemos sobre elas por completo - em sua prevenção, diagnóstico e terapêutica.
Historicamente, muitas aulas, tratados, teses e monografias foram realizados com uma conotação amedrontadora e limitadora do tratamento ortodôntico, pelo fato de estar associado, em alguns casos, com as reabsorções radiculares. Elas são previsíveis, controláveis e apenas levam à perda dentária, excepcionalmente, em poucos ou raros casos, geralmente relacionados à negligência ou imperícia de algumas das partes envolvidas, como o paciente e o profissional.
Para se chegar ao estado atual de aceitação e conhecimento sobre as reabsorções radiculares em Ortodon-
ANOMALIAS DENTÁRIAS- dentes a mais?
ESTAS ANOMALIAS SÃO BEM FREQUENTES, ou seja, muitas pessoas podem apresentar algumas alterações dentárias, por isso vale a pena consultar um Ortodontista por volta dos 6 anos de idade, afinal muitos problemas poderão ser evitados ou minimizados numa idade precoce!
Amanda Borges
•Anomaliasde tamanho dentário
•Anomaliasde número
•Anomaliasde forma
TOMOGRAFIA DE UMA CRIANÇA DE 7 ANOS DE IDADE MOSTRANDO DOIS DENTES A MAIS ATRÁS DOS INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES
4 de abr. de 2013
APARELHO AUTO-LIGADO DAMON (ORMCO)
Vantagens do
aparelho autoligado: SETE MOTIVOS PARA OPTAR POR ELE
1.Menos danos ao tecido de suporte;
2.Consultas mais rápidas;
3.Tempo de tratamento diminuído;
4.Tempo entre consultas aumentado;
5.Melhor controle de higiene oral;
6.Diminuição da necessidade de exodontias
(tratamentos
mais conservadores)
7.Diminuição de expansões maxilares
(mecânica
mais expansionista)
PROBLEMAS ORTODÔNTICOS
Alteraçõesna oclusão, resultantes de uma interação de vários fatores, capazes deinfluenciar e causar distorções no desenvolvimento normal do aparelhomastigatório.
São exemplos de problemas ortodônticos:
MORDIDA CRUZADA BILATERAL POSTERIOR
SORRISO ATRÉSICO
AGENESIA DOS DENTES INCISIVOS LATERAIS SUPERIORES
CLASSE III ESQUELÉTICA E DENTÁRIA
PROTRUSÃO DENTÁRIA
APINHAMENTO ( FALTA DE ESPAÇO PARA OS DENTES)
LINHA DO SORRISO BAIXA
26 de mar. de 2013
SORRISOS FAMOSOS
O famoso jogador de futebol tem apinhamento dental, ou seja falta espaço para alinhamento dos dentes, além disso os dentes incisivos superiores estão excessivamente projetados para frente
O sorriso do galã se beneficiaria de um tratamento ortodôntico que trouxesse harmonia para linha do sorriso.
Sorriso gengival corrigido com dentística estética
COMO CUIDAR BEM DOS SEUS DENTES USANDO APARELHO ORTODÔNTICO ?
Para que o Tratamento Ortodôntico se desenvolva com sucesso é muito importante que a gengiva esteja saudável. Hoje o mercado está repleto de uma gama de apetrechos que podem facilitar a higienização mesmo de quem têm uma vida bem corrida.
Já sugeri no blog o uso de escovas CURAPROX, mas outras marcas como ORAL B E CONDOR também possuem boas escovas.
Uma escova deve ser macia e não dura como muitos pacientes pensam.
Quando uma pessoa usa aparelho ela deve ter uma escovação completa, higienizando inclusive em volta dos bráquetes com a escova inter-dental
Escova inter-dental
O uso do fio dental é imprescindível para evitar manchas e cáries entre os dentes.
Este é indicado para que usa aparelho ortodôntico fixo, mas pode-se usar um bom fio dental encerado com ajuda do PASSA-FIO. 



ACHO A COLGATE TOTAL 12 E A ORAL B UMA EXCELENTE PASTA!
POR AMANDA BORGES

25 de mar. de 2013
ORTO- IMPLANTES ou MINI-IMPLANTES
São dispositivos que auxiliam na mecânica do Tratamento Ortodôntico.
A utilização de mini-implantes proporciona uma ancoragem esquelética, que impede a movimentação da unidade de reação frente à mecânica ortodôntica.
Os mini-implantes, também chamados de orto-implantes são diferentes dos implantes, pois funcionam como acessórios que ajudam em várias mecânicas como intrusão de dentes, distalização, mesialização, etc...
A utilização de mini-implantes proporciona uma ancoragem esquelética, que impede a movimentação da unidade de reação frente à mecânica ortodôntica.
Os mini-implantes, também chamados de orto-implantes são diferentes dos implantes, pois funcionam como acessórios que ajudam em várias mecânicas como intrusão de dentes, distalização, mesialização, etc...
Os mini-implantes
utilizados para correções ortodônticas funcionam basicamente como os de
finalidade protética, com a diferença de apresentarem um tamanho bastante
reduzido e serem de fácil colocação e remoção. Eles são resistentes a forças
ortodônticas, podem receber cargas imediatas e são utilizados na correção de
diversos problemas ortodônticos.
Uma das principais
vantagens dos mini-implantes é que, devido a seu tamanho reduzido, podem ser
colocados nos mais diversos locais, tanto na maxila quanto na mandíbula ou no
palato, em espaços extremamente reduzidos. Uma avaliação clínica seguida de
radiografias periapicais e panorâmicas, junto com o quadro clínico do paciente,
irá mostrar qual o melhor local para a implantação dos DTAs. O local escolhido é
que irá determinar o tamanho e o diâmetro do mini-implante e, consequentemente,
no sucesso ou não do tratamento.
Higienização do Mini-implante
Para evitar qualquer
tipo de inflamação que venha a atrapalhar o tratamento, alguns estudiosos
sugerem uma ação antibiótica antes da cirurgia, com a aplicação de algum
antibiótico duas horas antes do procedimento e a utilização de um
antiinflamatório durante os três dias precedentes ao ato cirúrgico. Dessa
maneira seriam eliminadas as variáveis que poderiam levar a um quadro de
infecção.
A higiene pós-cirúrgica também é de grande importância para a manutenção da boa saúde bucal e para evitar inflamações periimplantares. Durante as duas semanas seguintes à cirurgia, o paciente deve higienizar o local com uma escova periimplantar extra-macia – esta não irá agredir a região recém operada. A operação deve ser feita duas vezes ao dia com a escova embebida em uma solução de gluconato de clorexidina 0,12%.
A higiene pós-cirúrgica também é de grande importância para a manutenção da boa saúde bucal e para evitar inflamações periimplantares. Durante as duas semanas seguintes à cirurgia, o paciente deve higienizar o local com uma escova periimplantar extra-macia – esta não irá agredir a região recém operada. A operação deve ser feita duas vezes ao dia com a escova embebida em uma solução de gluconato de clorexidina 0,12%.
Escova de dente
Qual é a melhor escova de dente? CURAPROX
Para mais informações: www.curaprox.com.br
Curaprox traz para o Brasil a escova dental sônica CHS 100
A Curaprox está lançando no mercado brasileiro a escova dental sônica Curaprox CHS 100, que apresenta tecnologia exclusiva e inovadora. Diferente das escovas elétricas mecânicas, que não tem apresentado grandes avanços e ganhos na higienização bucal, as escovas sônicas representam um grande progresso, pois as ondas sônicas emitidas produzem um movimento oscilatório e auxiliam muito a tarefa da desorganização mecânica pelas cerdas das escovas.
A Curaprox CHS 100 é um dos modelos mais utilizados na Europa e que acaba de chegar ao Brasil. Desenvolvida pelo professor doutor P. Saxer, fundador da primeira escola da então chamada higienistas orais da Suíça e diretor do Centro de Profilaxia de Zurich (Prophylaxis Center Zurich), o produto possui tecnologia inédita denominada hidrosônica, por atingir uma velocidade de vibrações superior a 40 mil por minuto e provocar um turbilhamento dos líquidos existentes na cavidade bucal (água, saliva e creme dental) que favorece muito a desorganização da placa.
Uma escova sônica para ser efetiva deve produzir pelo menos 20 mil vibrações por minuto, como faz o modelo da Curaprox. No entanto, a grande maioria dos produtos produz no máximo oito mil vibrações por minuto. Além disso, a escova hidrosônica da Curaprox possui as mesmas cerdas de Curen® da escova Sensitive 5460, aliando, assim, a efetividade e suavidade da já consagrada na escova manual com o efeito hidrodinâmico da escova sônica. Por isso, a escova, inclusive, é ideal para pacientes com implantes e próteses implanto-suportadas e pode ser um auxiliar efetivo para a prevenção das mucosites e peri-implantites.
Personal Branding para dentistas - Sucesso pessoal
Sucesso na profissão
Escrito por Décio e Wilma
Muitas pessoas tem dificuldades em obter o tão sonhado sucesso na profissão.
Esforçam-se e fazem muitos cursos, capacitam-se, dedicam horas a fio ao trabalho, mas ao final ficam frustradas. O sucesso não vem.
Onde estaria então a raiz do sucesso na profissão e no trabalho? É claro que uma resposta simplista a essa questão não faz jus à complexidade desse tema tão amplo. Mas podemos observar que embora não haja uma resposta simples, há com certeza passos comuns que precisam ser dados a fim de que o sucesso seja alcançado.
Bert Hellinger observou após anos de trabalho com as Constelações Familiares que o passo básico para todo e qualquer sucesso é sobretudo o grau de conexão com nossa mãe. Vale dizer, quem está conectado com a mãe já deu um passo fundamental, o passo básico para o sucesso. Quem ainda não o fez, carece de algo que não pode ser suprido por outras fontes.
E o que é essa conexão com a mãe? Como podemos saber se alguém está ou não bem conectado a ela? Bem, pode-se ver que esta pessoa está “cheia”. Ela tem pouco a exigir e muito a dar. Alegra-se com o que recebe e serve a outros com alegria. É uma fonte de inspiração para os outros. Pois a mãe é, antes de mais nada, o modelo básico da relação de servir a outros. É ela quem serve na família, e o faz com desvelo e ternura.
Se aprendemos essa postura básica, então estaremos aptos a servir também outros com alegria. Pois todo trabalho é serviço a outros. E o sucesso deriva da pressão produzida nos demais em retribuir o que damos a eles na forma de nosso servir. Assim, um passo fundamental na escalada ao sucesso parte da revisão da relação como nossa mãe.
O que vem a ser tal revisão? Consiste em tomá-la em nosso coração tal como ela é, com amor, sem queixas, exigências, temores, recriminações, acusações ou reclamações. Consiste em concordar que ela é também uma mulher comum, imperfeita, e portanto sujeita a erros, e mesmo assim, nossa mãe. Para isso, precisamos primeiro desistir de ser uma pessoa especial e concordarmos em ser uma pessoa comum, pois como pode alguém especial ser filho de pessoas comuns? Ser efetivamente capaz de assumir uma postura de total gratidão a ela é a base do sucesso. Esse é o primeiro curso de ação, a base de tudo o mais.
Décio e Wilma Oliveira
IBHBC
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